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Squeezie perde batalha judicial e caso Yoko chega ao fim em 2025

Homem analisando documentos com laptop, celular e caixas de papelão ao fundo em escritório.

Em 2019, a marca de roupas Yoko foi apresentada com toda a pompa para materializar a paixão de Squeezie pela estética urbana japonesa. Só que, longe dos holofotes, uma disputa judicial já avançava - e, embora a marca tenha encerrado oficialmente as atividades no início de 2025, o desfecho definitivo acabou de sair. No último embate contra o antigo parceiro, o youtuber saiu derrotado.

Yoko de Squeezie: estreia ambiciosa em 2019

Em julho de 2019, Squeezie revelou a Yoko. A proposta ia além de um simples “merch” de youtuber: o posicionamento era ambicioso, premium e fortemente conectado à cultura japonesa. O começo foi promissor, impulsionado por uma comunidade gigantesca.

O lançamento também aconteceu em meio a uma fase de virada na carreira do criador. Naquele período, ele estava em processo de ruptura com a gigante Webedia para abrir a própria agência, a Bump, segundo a BFMTV.

Encerramento da marca Yoko em 2025 e os bastidores do custo

O desempenho nas vendas apareceu, mas tocar a operação se mostrou mais complicado do que parecia. Em janeiro de 2025, Squeezie confirmou o fim definitivo da Yoko, alegando que a experiência consumia muito tempo e exigia um investimento alto. O que o público não via era que esse encerramento vinha sendo acelerado por um processo judicial que se transformou em um peso financeiro para o influenciador.

Inadimplência durante a transição de comando

A disputa, detalhada pelo L’Informé, coloca Squeezie frente a frente com a Dropshirt, a empresa responsável por concepção, design e produção das peças. O estopim teria sido justamente a saída de Squeezie da Webedia. No centro do caso, estão faturas em aberto que, no valor inicial, somavam perto de 80.000 euros e surgiram na passagem de bastão entre a Webedia e a agência Bump. Uma das cobranças se relaciona ao lançamento da marca; a outra, a serviços de consultoria e de gestão.

De acordo com o criador, a obrigação de quitar esses valores não recaía diretamente sobre ele. Ele chegou a tentar um contra-ataque, pedindo 83.000 euros à Dropshirt por supostas “margens ocultas”. A manobra, porém, terminou se voltando contra ele.

Decisão final, valor atualizado e ausência de novo recurso

Depois de uma primeira condenação em 2022, o Tribunal de Apelação não só manteve a decisão como também aumentou o montante a ser pago. Somando as faturas devidas, as multas por atraso e as despesas judiciais, Squeezie e sua empresa Yoko Gang agora precisam desembolsar mais de 95.000 euros. Desta vez, não há mais caminho de contestação: o advogado do youtuber confirmou que não levará o caso à instância máxima.

Com isso, a história da Yoko se encerra de vez - possivelmente deixando um gosto amargo para um dos principais nomes da internet francesa.

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