Yogapero: a combinação ideal para a noite - uma aula de 60 minutos de Yoga Vinyasa Flow, seguida de aperitivos saudáveis preparados pela Lara e, claro, uma ou duas taças de vinho.
De onde veio o nome Yogapero (Destination Namaste na Córsega)
A ideia e o nome nasceram quando eu estava a coorganizar o meu primeiro retiro de Yoga na Córsega, com a Lara, pela Destination Namaste. Foi ali que encontrámos esse jeito divertido de baptizar as nossas aulas do fim do dia.
Figari ao entardecer: luzes e locais para praticar
As noites de primavera em Figari têm um encanto difícil de descrever: o sol só começa a descer por volta das 21h, e cada pôr do sol parece apresentar um cenário novo. Em certos dias, o céu ganha um tom rosado; noutros, surgem pôr do sol dramáticos, com nuvens a emoldurar tudo; e, com sorte, aparece um céu vermelho que vai baixando aos poucos, até desaparecer atrás da linha das montanhas.
A Destination Namaste resolveu aproveitar ao máximo esse espectáculo natural enquanto o retiro acontecia em Figari. A villa era o lugar perfeito para isso. Algumas vezes, a aula de Yoga ao entardecer acontecia na varanda, com vista para o maquis e para campos onde, ao longe, se viam cabras. Em outras, praticávamos à beira da piscina, rodeadas de lavanda brava e alecrim. Em qualquer uma das opções, a sensação era de privilégio - havia beleza por todo lado.
Aula noturna de Yoga Vinyasa Flow e os aperitivos da Lara
As aulas da noite eram um pouco menos dinâmicas: continuavam a ser uma prática de Vinyasa flow, mas pensadas para te dar 60 minutos de pausa - tempo para desacelerar e desligar do dia. Era uma prática suave, com atenção especial à respiração, à flexibilidade e à força.
Enquanto eu conduzia a aula, a Lara preparava, com uma facilidade impressionante, uma selecção incrível de aperitivos.
Apareciam corações de alcachofra no vapor com vinagrete de manjericão e balsâmico, além de cenoura, curgete, rabanete e aipo bem picadinhos, servidos com homus e tzatziki. E ainda tinha as tábuas de queijos, com queijo de cabra produzido localmente, croquetes e pão. Tudo ficava ainda melhor com creme de castanha e geleias de figo, duas delícias tradicionais da ilha.
Como se não bastasse, vinham também quiches recém-feitas e pães achatados com pimentos assados e feta de cabra.
E tudo isso acontecia ao som de boas conversas, acompanhadas por uma taça de vinho orgânico, colhido e produzido ali mesmo, na ilha.
Não seria maravilhoso se toda noite pudesse ser comemorada assim: Yoga, comida saudável, uma taça de vinho, boa companhia e uma paisagem espectacular no campo?
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